Alma Viajante  

Conhecendo o Mundo e Compartilhando Experiências

Como é a Experiência de Voluntariado pelo Worldpackers?

12.02.2019

 Como funciona a Worldpackers?
 
Logo após voltar de uma viagem à Chapada dos Veadeiros, que me trouxe diversos conhecimentos e me abriu a mente para muitas coisas, estava disposta a vivenciar aventuras, sair da zona de conforto, conhecer pessoas e ter novas experiências. Logo conheci o site Worldpackers.

 

 

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O site brasileiro funciona basicamente como uma plataforma onde os interessados se cadastram e podem escolher vagas em hostels, pousadas, ongs, projetos mundo afora para fazer trabalho voluntário. A premissa básica do Worldpackers é que você tenha a possibilidade de se hospedar de graça em troca de algumas horas de trabalho por dia e dessa forma consiga baratear os custos da sua viagem.

 

 

O processo é simples e fácil. Basta se cadastrar com todas as suas preferências, atributos e áreas que tem mais interesses, conhecimentos e experiências. Depois do cadastro feito, você poderá navegar pelo site e ver as vagas nos milhares de hosts disponíveis pelo mundo todo. 

 

Para aplicar a uma vaga, será necessário você se tornar membro, pagando US$ 49,00 dólares, ou seja, você poderá aplicar para quantos projetos quiser pelo mundo todo durante um ano, e sem contar todos os outros benefícios que a plataforma oferece, como descontos em hostels parceiros, todo o apoio da equipe Worldpackers, e seguro WP que cobre até três dias de hospedagem. (Envie uma mensagem AQUI caso queira se tornar membro para receber um código de desconto).

 

Depois de se tornar membro, é só escolher o destino, a vaga, enviar uma mensagem pro host explicando o porque de se candidatar para essa vaga e aguardar, o host tem um período de até 03 dias para responder, caso contrário, sua solicitação é cancelada, e você poderá se candidatar a outras vagas.

 

Cada experiência é diferente da outra, mas é importante lembrar que neste tipo de trabalho não há remuneração e o voluntário trabalha cerca de 4h por dia por 5 dias na semana (podendo variar de acordo com o hostel), garantindo a estadia gratuita. Alguns hostels incluem alimentação, mas todas as outras despesas – passagem aérea, transfers, passeios e algumas refeições não inclusas – são custeadas pelo voluntário.

 

 

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Como foi minha primeira experiência no Worldpackers?

 

Sempre fui muito apaixonada por natureza e depois do sentimento na volta da Chapada dos Veadeiros, com toda a empolgação queria vivenciar algo parecido envolvendo natureza e decidi me aventurar novamente por alguma Chapada.

 

A partir daí comecei a buscar, olhei e favoritei muitos hostels, mas aplicar mesmo foi só no HI Hostel Caminhos da Chapada, localizado na cidade de Palmeiras, cerca de 58km de Lençóis, na Chapada Diamantina, Bahia. Como na época eu só teria 15 dias de férias, já mandei a mensagem para o host me apresentando, explicando que estava muito interessada em ajudar eles, conhecer a região e falei que teria cerca de duas semanas para ficar por lá.

 

No dia da viagem, após muito cansaço e três voos até chegar a Lençóis, o pessoal do hostel já estava me esperando no aeroporto, para mais uma curta viagem de carro até a cidade de Palmeiras. Chegando ao hostel todos foram muito receptivos, aos poucos fui me adaptando, conhecendo as pessoas, interagindo e aprendendo.

 

 

A cidade de Palmeiras tem cerca de 9.000 habitantes e fica próxima à diversas atrações da Chapada Diamantina, como o Morro do Pai Inácio e a Gruta da Pratinha. Como típica cidade pequena que mantém sua essência e seus valores, todos em Palmeiras se conhecem e se cumprimentam.

 

É um desses lugares onde a vida passa sem pressa. Pode com certeza ser uma opção para quem deseja visitar a região e ficar hospedado em um local mais tranquilo do que a movimentada cidade de Lençóis e a badalada Vila do Capão.

 

Ao longo dessas duas semanas, tive a oportunidade de ajudar em diversas áreas do HI Hostel Caminhos da Chapada: na recepção, na organização e contagem dos produtos e utensílios do hostel, na cozinha e também no restaurante. Foi uma das melhores experiências que tive a oportunidade de vivenciar até hoje. E, claro, no período em que estive por lá, também conheci lugares maravilhosos.

 

Fui a cachoeiras, fiz trilhas, subi morros, comi moqueca de jaca, me aventurei em uma gruta, passei mal depois de comer acarajé, vi cobras (sim no plural!). Senti a natureza de perto. Voltei pra casa com os pés cheios de bolhas, mas com a alma lavada. Tinha vivenciado a experiência que eu esperava e precisava vivenciar. Foi tempo suficiente para conhecer esta região da Chapada Diamantina, e caso quisesse seria possível ficar mais tempo no hostel.

 

Normalmente, quando o hostel é bem grande e com muitos voluntários existe um cronograma com as atividades a ser feita por dia, com o horário de trabalho e de tempo livre para cada voluntário.

 

 

 

No hostel em que eu fiquei não havia uma regra, mas eu sempre estava disposta a auxiliar, perguntando quando eles precisavam de ajuda e no que eu poderia ser útil. No meu caso, não tinha um horário exato de horas para trabalhar por dia. Quando tinha passeios, saía o dia inteiro, e, quando ficava no hostel, ajudava normalmente no horário do café da manhã, almoço e jantar.

 

Sempre que os hóspedes queriam fazer algum passeio, verificava para onde estavam indo e, se possível tentava ir junto. Os atrativos na Chapada Diamantina são distantes, assim, é sempre melhor tentar ir com mais gente para baratear um pouco o passeio.

 

Essa é uma forma de ajudar os hostels, conhecer lugares novos, e fazer laços que podem durar a vida toda. Sem contar toda a vivência, que possibilita aprender de dentro pra fora, de acordo com as diferenças culturais, com os traços gastronômicos, tradições e, principalmente, com as pessoas. Acredito que esse choque de cultura e realidade abre a nossa mente.

 

E você, tem vontade ou já teve a oportunidade de fazer algo assim? Compartilha comigo aqui nos comentários que eu vou adorar conhecer sua história (:

 

 

VEJA TAMBÉM: 

Work exchange: o guia definitivo para viajar trocando habilidades por hospedagem

O Guia completo sobre a Worldpackers

 

 

 

 

Obs.: Valores baseados em Fevereiro/2019, podendo sofrer alterações. 

  

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SOBRE

Juliana Santos, que deseja mostrar a todas as pessoas, que viajar é mais do que conhecer lugares, é provar e compartilhar experiências! E que basta mudar a nossa visão sobre as coisas e lugares, olhando positivamente, que sempre teremos experiências engrandecedoras.

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